5 de setembro de 2008

Crianças a crescer

Sempre achei uma parvoíce as mamãs ficarem preocupadas porque os seus rebentos, ainda não fazem isto ou aquilo, afinal cada bebé tem o seu ritmo e seguramente que aos 18 anos já saberá comer sozinho, andar e falar, para além de bater palmas e dizer adeus, claro! Talvez um pouco antes, se for muito esperto...
Mas, agora que sou mãe é difícil resistirmos à pressão do "o meu com essa idade já batia palmas, gatinhava e dizia olá". Sim, sim e o pino, não fazia? Olha-se para ele e vê-se logo que é uma esperteza!!! Penso mas não digo, apesar de não parecer de vez em quando consigo controlar-me!
Bem o António, com 9 meses ainda não diz nada, não diz adeus nem bate palmas, só tem 2 míseros dentinhos, baba como gente grande, mas atenção, já se põe em pé sozinho - que eu tenha visto só 2 vezes, mas não interessa, já faz!!
iupiiii, é o maior o meu filho!
E mais importante que tudo, come e dorme muito bem.
Vejam lá se não está lindo:
Estou a ver os meus dedos a "teclarem" (uau que moderna) e não posso deixar de olhar, com um certo orgulho, para as minhas unhas vermelhas e apetitosas. Sim, sim, demoro um pouco a render-me à moda, mas depois vou lá. Obrigada, Susana.

1 de setembro de 2008

Acreditar

Sempre tive um diário. Desde pequenina.
Ao longo do tempo as palavras foram rareando e os motivos de interesse escasseando.
Até dá gosto ler os meus diários de pequena, com os relatos dos inúmeros e entusiasmantes acontecimentos do meu dia a dia - não sei se é claro, mas estou a ser irónica!.
Hoje em dia os meus relatos são mais profundos, assim como os motivos que me levam a pegar na caneta, mas muito, muito raros.
Tornei-me desinteressante! Ou sempre fui e apenas me tornei mais realista!
Mas há algo que se mantém ao longo do tempo, o motivo que me leva a escrever é quase sempre porque estou triste ou melancólica ou nostálgica.
Quem ler o meu diário (já lá vai o tempo em que, ingloriamente, o escondia para que ninguém lesse tão coloridos relatos) há-de ficar a pensar que a minha vida é uma tristeza.
Mas não é! Pelo contrário eu sou uma pessoa feliz. Gente feliz mas com lágrimas que chorar também faz bem e é saudável.
E hoje apetece-me chorar, não porque seja infeliz, não porque o meu trabalho seja uma desgraça, mas porque estou triste e estar triste faz parte da vida tanto como estar alegre.
No dia em que um menino morrer e eu ficar indiferente, será o dia em que não fará sentido continuar a Acreditar.

29 de agosto de 2008

Nas férias...

Estive na Figueira da Foz e comecei a fazer um curso de body board na escola de surf da figueira.

Depois estivemos no Alentejo a comer bem e a descansar melhor.
Fomos visitar Vila Viçosa e a aldeia de São Gregório.
Para quem não conhece, vale a pena conhecer!

28 de julho de 2008

Férias

Já só faltam 3 dias...

7 de julho de 2008

Fim de semana longe

Não foi tão dificil como esperava.
Não foi nada como planeado.
Foi bom e soube-me muito bem.
A parte mais difícil foi quando o avião depois de um atraso de 1h30, teimava em não chegar ao destino, tudo parecia acontecer com o único propósito de me afastar por mais uns muitos minutos do meu filhote que dormia sem saber à minha espera.
E que lindo que ele estava, tão angélico e ternurento como sempre.
Às 2 da manhã quando finalmente chegou à sua caminha, abriu os olhos e fez o sorriso mais lindo para o papá e a mamã. O papá já queria brincadeira, mas a mamã mais prática e pragmática não deixou. O papá ficou triste...
Triste ficou hoje de manhã a mamã quando o filhote não fez o sorriso maravilhoso com que todos os dias nos brinda e faz o dia parecer mais bonito (sim que às 7 da matina parece tudo menos bonito...).
Toma lá, que para a próxima que me deixes aqui 3 dias abandonado ainda é pior!

Ainda não sei se continue a pôr fotos ou não. As discussões sobre a segurança na net e do direito à privacidade das criancinhas tem me feito pensar. E eu que pensava que não vinha ninguém aqui espreitar afinal não é bem assim. O que acham oh espreitadores?

23 de junho de 2008

Hoje não me apetecia vir trabalhar

Hoje quando estava a chegar ao trabalho senti um daqueles friosinhos na barriga que nos arrepiam a alma e pensei "Não me apetece ir trabalhar".
Nestes dias devia ser permitido não virmos trabalhar, ficar em casa, ir passear, fazer qualquer coisa menos vir trabalhar.
Justificação a dar no trabalho: Não me apetece ir trabalhar. E só por ser a verdade já devia ser justificável. Convinha era não ser todos os dias, senão o patrão também se chateia e com razão!
Senão vejamos, o que faço eu aqui neste blog a escrever este post non-sense (uhm, estou a ficar moderna...sim que quem não usa estrageirismo e siglas que eu nunca percebo não é deste tempo!)?
Na realidade o que eu pensei foi: "hoje não me apetece ver desgraças", apetecia-me ficar em casa a brincar com o tótó (é o cão, qual cão?).
Mas não são desgraças que eu vejo todos os dias, aliás vejo, mas não é no meu trabalho, essas davam para outra meia hora de conversa, graças e desgraças. No hospital vejo crianças doentes, mães corajosas, funcionários alegres, mas sobretudo vejo crianças lindas e apetitosas.
E são elas e as suas carinhas rosadas que me motivam todos os dias, mas depois há aqueles dias em que não me apetece mesmo nada.
Não há nada a fazer a não ser deixar que passe depressa.

11 de junho de 2008

Sobrinho

O Gonçalo já nasceu e é muito lindo!
Como é possível que em apenas 6 meses me tenha esquecido como eles são pequeninos quando nascem! E fofinhos!
E é tão bom ver a família a crescer e meninos para brincarem com o "tonito" já que as outras "tias", tá quieto oh mau!!!!!