Muitas vezes sinto-me uma super mamã. Esta semana como ando bastante desanimada com o aumento das crises do António, sinto-me uma mamã menos super!
Este fim de semana fomos com a família do G. a Fátima conhecer a Igreja da Santíssima Trindade. Apesar de não me identificar com um Deus que premeia quem dá algo em troca, não pude deixar de me sentir esmagada por um Deus que move tanta gente e pedir-lhe um milagresinho (para Ele) para a vida da nossa família.
24 de março de 2011
11 de março de 2011
Hoje é o dia Nacional da Epilepsia e a EPI organiza o Tour Epilepsia que consiste numa viagem de comboio de Lisboa ao Porto com paragem em Coimbra, com palestras a bordo.
A epilepsia entrou na minha vida há mais de 2 anos, com altos e baixos, trazendo alguma frustração e muito cansaço. Infelizmente o António faz parte da percentagem dos que têm epilepsias não controladas por medicamentos.
Na minha rua, ainda se "brinca na rua"!
A epilepsia entrou na minha vida há mais de 2 anos, com altos e baixos, trazendo alguma frustração e muito cansaço. Infelizmente o António faz parte da percentagem dos que têm epilepsias não controladas por medicamentos.
Na minha rua, ainda se "brinca na rua"!
22 de dezembro de 2010
"Só as crianças não entendiam porque se perdia tanto tempo a discutir a mesma coisa. Afinal, a vida tinha que seguir, bem ou mal. A roupa na corda tinha que ser apanhada senão vinha a chuva e havia outras coisas inadiáveis como o Natal ou os aniversários ou a vida.
E tentavam explicar isto, as crianças. Tentavam, mas às vezes saía-lhes mal. Saía em forma de birra. Ou então abriam a boca para pedir aos adultos que sorrissem mais, que tudo ia resolver-se e, enquanto resolve e não resolve, passam os dias e são dias perdidos, e era isto que queriam dizer as crianças, mas saíam-lhes trocadas as palavras."
Li esta passagem no Bebé Filósofo e não posso deixar de pensar nas horas perdidas com o cansaço e falta de paciência, porque nós os grandes quando crescemos ficamos assim: complicados!
E tentavam explicar isto, as crianças. Tentavam, mas às vezes saía-lhes mal. Saía em forma de birra. Ou então abriam a boca para pedir aos adultos que sorrissem mais, que tudo ia resolver-se e, enquanto resolve e não resolve, passam os dias e são dias perdidos, e era isto que queriam dizer as crianças, mas saíam-lhes trocadas as palavras."
Li esta passagem no Bebé Filósofo e não posso deixar de pensar nas horas perdidas com o cansaço e falta de paciência, porque nós os grandes quando crescemos ficamos assim: complicados!
5 de julho de 2010
Lá se passaram mais 5 meses… e eu quero mudar este fundo do blog que já nem o posso ver e não faço a mínima ideia de como é que se faz!
Andei que tempos à procura de uma foto actual dos meus putos, gira claro, mas não encontro, são todas com o pai, comigo nem uma, sabem o que isto quer dizer, não? Que o G. é péssimo a tirar fotografias e que vale a pena tirar 10 seguidas de forma a poder aproveitar-se pelo menos uma!
Andei que tempos à procura de uma foto actual dos meus putos, gira claro, mas não encontro, são todas com o pai, comigo nem uma, sabem o que isto quer dizer, não? Que o G. é péssimo a tirar fotografias e que vale a pena tirar 10 seguidas de forma a poder aproveitar-se pelo menos uma!
Hoje, ao fim de 7 noites (1 semana inteirinha) a não conseguir dormir mais do que 3 horas seguidas, por estranho que pareça estou muito bem disposta! Agora percebo o “quando não é um é outro, parece que temos uma enfermaria lá em casa!”.
Mas vale a pena quando vejo o pequenote de quase 10 meses a rastejar pelo chão em perseguição do mais velho, ou quando o grandalhão chega a casa e não descansa enquanto não encontra o mano, ou vê-los a brincar um com o outro (é mais na base da luta pelos brinquedos ou na troca de lambidelas, mas enfim)!
E entretanto já são horas de ir para a cama antes que o primeiro comece a chorar. Lucky me!
29 de janeiro de 2010
Prendas para o Martim
8 de janeiro de 2010
18 de dezembro de 2009
Entrámos na temporada dos jantares de natal
Esta semana tive o típico jantar em que só nos encontramos uma vez por ano para pôr a conversa em dia e saber as novidades (leia-se coscuvilhar). E as novidades, invariávelmente, resumem-se a: casórios (ou então quando é que se casam), bebés (ou então quando é que têm) e divórcios (poucos por enquanto).
Esta coisa do divórcio ao fim de pouco tempo faz-me imensa confusão, não percebo como é possível e basicamente tenho imenso medo que me aconteça a mim. Sim, porque se há coisa que aprendi na vida, foi que se acontece aos outros também acontece a mim. Gostamos sempre de pensar que não, nós nunca faríamos isso, ou a mim nunca me aconteceria tal coisa. E deve ser por isso que quando a tragédia acontece na casa do vizinho gostamos de saber todos os pormenores (é a única razão que eu vejo para a audiência da TVI) para no final podermos suspirar aliviados “não, eu nunca faria tal coisa”. Em vez de pensarmos: “uau, afinal a minha vida é maravilhosa”.
E é por isso que eu quase todos os dias (ia escrever todos, mas não estaria a ser honesta) agradeço a Deus a sorte que tenho.
Esta coisa do divórcio ao fim de pouco tempo faz-me imensa confusão, não percebo como é possível e basicamente tenho imenso medo que me aconteça a mim. Sim, porque se há coisa que aprendi na vida, foi que se acontece aos outros também acontece a mim. Gostamos sempre de pensar que não, nós nunca faríamos isso, ou a mim nunca me aconteceria tal coisa. E deve ser por isso que quando a tragédia acontece na casa do vizinho gostamos de saber todos os pormenores (é a única razão que eu vejo para a audiência da TVI) para no final podermos suspirar aliviados “não, eu nunca faria tal coisa”. Em vez de pensarmos: “uau, afinal a minha vida é maravilhosa”.
E é por isso que eu quase todos os dias (ia escrever todos, mas não estaria a ser honesta) agradeço a Deus a sorte que tenho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)